Afinal, que “”novo cinema”” é este?

Nunca existem certos e errados: só existem pontos de vista.

E dois deles, bastante distintos entre si, podem ser vistos aqui e aqui. São, respectivamente, artigos escritos por Felipe Bragança e Carlos Alberto Mattos e publicados nos dois últimos finais de semana em O Globo.

O tema é o mesmo: este “novíssimo cinema brasileiro” e suas circunstâncias. Para ler um depois do outro.

 

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