WORM.Filmwerkplaats

Konrad & Kurfürst - Esther Urlus

Konrad & Kurfürst – Esther Urlus

WORM.Filmwerkplaats  (www.filmwerkplaats.org) é um coletivo e espaço de trabalho baseado em Rotterdam (Holanda). Gerenciado por artistas e dedicado ao filme celuloide como matéria viva e expressiva. É voltado para cineastas interessados na celuloide não somente como mídia para suas ideias, mas sim como um material que ativamente forma e distorce seus pensamentos, imagens e sons.

 

FILMES DO PROGRAMA

 

Konrad & Kurfurst, Esther Urlus 16mm, colour, sound, 7 min, 2014

Uma reencenação fictícia dos cinco minutos de um evento que ocorreu nas Olímpiadas de Berlim em 1936. Feito com emulsão artesanal e colorido com a ajuda de publicações técnicas do cinema primitivo. A emulsão caseira serve como frágil metáfora para o heroísmo de Konrad e seu cavalo Kurfurst. Caindo de seu cavalo ele se tornou um herói nacional, mas aos olhos da história, um antí-heroi.

 

NYC- de Jutu van der Made 16mm, b&w, silent, 1.5 min, 2012

Um diário visual de minha residência em Nova Iorque no verão de 2012. Gravado com uma câmera pinhole 16mm à manivela em filme AGFA ST8, pois gosto do alto-contraste e da imprevisibilidade que o uso do pinhole proporciona, criando um ritmo único que opera como música silenciosa.

 

Utrecht 03 & 04 – de Daan de Bakker 16mm, silent, 5min, 2010

Dois pequenos retratos de uma cidade.

 

Rode Molen – de Esther Urlus 16mm, optical sound (por Matt Kemp), color, 5 min, 2013

Uma pesquisa em técnicas de impressão cinematográficas. O ponto de partida para o filme são as pinturas de moinhos por Piet Mondriaan, em específico o Rode Molen (em holândes: moinho vermelho). No filme, a cor é criada por diferentes exposições através de diferentes máscaras utilizadas durante o processo de impressão. Ao depender da técnica de revelação, as cores se misturam de duas formas: aditiva ou subtrativa.

 

Flow – de Lichun Tseng 16mm, b&w, optical sound, 17min, 2013

Mudança é um processo, o ponto inicial e o ponto final. E se tudo fosse fluído, que sentido poderia ser derivado da interconexão de todas as coisas? Refletindo nas relações entre fluidez,  mudança, observação e ritmo de imagens em movimento. Integrando e desenvolvendo um espaço poético para a contemplação e meditação entre o vazio e o sólido; movimento e inércia; expansão e retração; força e delicadeza.

 

EXIBIÇÃO DO PROGRAMA

Goethe-Institut Porto Alegre - 05/11 – 10h

R. 24 de Outubro, 112 – Independência, Porto Alegre – RS

 

 

 

 

 

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