CADERNOS DE ARTISTA

Mensagem de Sergipe
2025, 6 min, SE/SP

Mensagem de Sergipe

Um velho cansado da vida.
Ficha técnica

Direção, Roteiro, Produção, Produção Executiva, Direção de Fotografia, Som e Montagem: Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet
Personagens Reais: Cleide Maria, Francis Vogner dos Reis, Helena Ignez, Idê Lacreta, Inês Castilho, Jean-Claude Bernardet, Marcelo Ikeda, Mariana Queen Nwabasili, Pedro Goifman, Rosita Almerinda dos Santos, Tata Amaral, Valter Bahia Filho e Wesley Pereira de Castro

Festivais, Mostras e Prêmios

Festival de Cinema de Brasília

Festival Internacional de Curtas de São Paulo (Kinoforum)

Goiânia Mostra Curtas

Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte (FestCurtasBH)

Revoada — Festival Internacional de Cinema

Festival Mix Brasil, Curta-SE

Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe e Mostra Que Desejo.

Sobre a obra

O curta-metragem “Mensagem de Sergipe” faz parte do projeto “Poemas Cinematográficos”, concebido por Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet. Os outros filmes são: “Cama Vazia”, “A Última Valsa”, “O Homem do Fluxo” e “Homenagem a Kiarostami”.

“‘Mensagem de Sergipe’ é um dos curtas-metragens integrantes do projeto Poemas Cinematográficos, desenvolvido por Fábio Rogério e Jean-Claude Bernardet, falecido em 2025. A obra surgiu a partir do aniversário de Bernardet, abordando a ocasião com tom humorístico.”

BIOGRAFIA DE ARTISTA

Sergipano, botafoguense e pai de Rudá. Fábio Rogério faz pequenos filmes e grava longas entrevistas para o podcast Conversas de Cinema.

 

Jean-Claude Bernardet foi crítico de cinema, professor, roteirista, escritor e realizador.

FILMOGRAFIA

– Um certo cinema brasileiro (2026, 7′);
– Vim e irei como uma profecia (2025, 15′);
– O homem do fluxo, co-direção com Jean-Claude Bernardet (2025, 6′);
– Homenagem a Kiarostami, co-direção com Jean-Claude Bernardet (2025, 6′);
– Mensagem de Sergipe, co-direção com Jean-Claude Bernardet (2025, 6′);
– Um minuto é uma eternidade para quem está sofrendo, co-direção com Wesley Pereira de Castro (2025, 71′);
– Performance com uísque (2024, 43′);
– Este cinema tão Augusta (2024, 15′);
– A última valsa, co-direção com Jean-Claude Bernardet (2024, 6′);
– Cama vazia, co-direção com Jean-Claude Bernardet (2023, 6′);
– Cantando no chuveiro (2023, 14′);
– Crepúsculo das deusas (2022, 18′);
– Eu não sei dançar, mas danço (2022, 15′);
– Olhos livres (2021, 15′);
– Nadir (2019, 15′);
– Impávido Colosso, co-direção com Marcelo Ikeda (2018, 15′);
– O Brado Retumbante, co-direção com Marcelo Ikeda (2016, 25′);
– Operação Cajueiro: um carnaval de torturas, co-direção com Vaneide Dias e Werden Tavares (2015, 33′);
– A eleição é uma festa (2013, 15′);
– O arquivo de Ivan (2008, 15′).

CRÍTICAS E PUBLICAÇÕES
OBRA DE REFERÊNCIA
[projetotorresgemeas]
2011, 19min

de Allan Christian, Ana Lira, André Antônio, André George Medeiros, Auxiliadora Martins, Caio Zatti, Camilo Soares, Chico Lacerda, Chico Mulatinho, Cristina Gouvêa, Diana Gebrim, Eduarda Ribeiro, Eli Maria, Felipe Araújo, Felipe Peres Calheiros, Fernando Chiapetta, Geraldo Filho, Grilo, Guga S. Rocha, Guma Farias, Iomana Rocha, Isabela Stampanoni, João Maria, João Vigo, Jonathas de Andrade, Larissa Brainer, Leo Falcão, Leo Leite, Leonardo Lacca, Lúcia Veras, Luciana Rabelo, Luís Fernando Moura, Luís Henrique Leal, Luiz Joaquim, Marcele Lima, Marcelo Lordello, Marcelo Pedroso, Mariana Porto, Matheus Veras Batista, Mayra Meira, Michelle Rodrigues, Milene Migliano, Nara Normande, Nara Oliveira, Nicolau Domingues, Paulo Sado, Pedro Ernesto Barreira, Priscilla Andrade, Profiterolis, Rafael Cabral, Rafael Travassos, Rodrigo Almeida, Tamires Cruz, Tião, Tomaz Alves Souza, Ubirajara Machado e Wilson Freire.

Justificativa

O [projetotorresgemeas] não foi uma influência direta para Mensagem de Sergipe. No entanto, ao pensar na seção “obra convidada” deste caderno, esse curta — lançado em 2011 e que eu não revia há anos — me veio imediatamente à mente. Existe uma aproximação latente entre os dois trabalhos, embora nada disso tenha sido planejado (ou sequer lembrado) enquanto eu e Jean-Claude Bernardet realizávamos o nosso filme. Quinze anos após o seu lançamento, espero que o curta [projetotorresgemeas] seja redescoberto e que, de alguma forma, possa contaminar o cinema brasileiro atual, que anda tão “oficial” e careta.

Sinopse

O [projetotorresgemeas] é fruto de várias discussões que vêm sendo realizadas sistematicamente há aproximadamente 2 anos. Ele nasce da vontade de algumas pessoas ligadas ao meio audiovisual pernambucano de falar do Recife e de suas relações de poder a partir do projeto urbano que vem sendo desenvolvido na cidade. A ideia consistiu da realização de um filme coletivo, feito a partir de vários olhares sobre a cidade, aberto a qualquer pessoa que desejasse participar, independentemente de experiências prévias com o audiovisual ou outros meios artísticos.